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Criação de sites: como...

Criação de sites: como funciona o processo, do briefing ao site no ar

1 de outubro de 2026
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Neste artigo
  1. O que separa criação de sites de montar um tema?
  2. Quais são as etapas da criação de um site?
  3. Quanto tempo leva a criação de um site?
  4. O que você precisa entregar para começar?
  5. O que deve estar com você no fim do projeto?
  6. Como avaliar quem vai fazer o seu site?
  7. Para quem vale contratar a criação de um site, e para quem não vale?
  8. Como a Cordilheira faz

Criação de sites profissional é um projeto com sete etapas, e o visual é só uma delas: diagnóstico do negócio, pesquisa de palavras e arquitetura das páginas, conteúdo, layout, desenvolvimento, testes e publicação com medição. Uma landing page leva de uma a duas semanas, um site institucional com SEO de três a seis semanas e uma loja virtual de seis a doze, segundo as faixas que publicamos no nosso guia de preços de site.

Você entrega informação e acessos: o que a empresa vende, para quem, com que diferencial, logo, fotos e o domínio. Recebe um site que funciona no celular, carrega rápido e pode ser medido, com regras claras sobre domínio, hospedagem e acessos. Se algum desses itens não estiver no contrato, ele não está incluído.

Neste artigo:

  • O que separa criação de sites de “montar um tema”
  • As sete etapas, com o que você entrega e o que recebe em cada uma
  • Quanto tempo leva e o que atrasa
  • O checklist do que você precisa ter em mãos
  • O que deve estar com você no fim do projeto
  • Como avaliar quem vai fazer

O que separa criação de sites de montar um tema?

Montar um tema é escolher um modelo pronto, trocar o texto e as fotos e publicar. Serve para algumas situações, e tem valor quando o objetivo é só existir na internet.

Criação de sites, no sentido que usamos aqui, começa antes do visual: define quem o site precisa convencer, quais buscas ele precisa atender, quais páginas existem e qual ação cada uma pede. O layout vem depois, para servir a essa estrutura. É por isso que duas propostas com o mesmo número de páginas podem ter preços tão diferentes, assunto que tratamos com calma no pilar de preços.

Se a sua dúvida ainda é entre ter uma página de campanha ou um site completo, a comparação está em landing page ou site institucional.

Quais são as etapas da criação de um site?

EtapaO que aconteceO que você entregaO que você recebe
1. DiagnósticoEntender negócio, cliente e objetivo do siteRespostas sobre oferta, público e concorrentesEscopo por escrito
2. Palavras e arquiteturaPesquisar buscas e definir as páginasValidação das páginas propostasMapa do site
3. ConteúdoEscrever ou organizar os textosInformações, fotos, logo, depoimentos autorizadosTextos para aprovar
4. LayoutDesenhar as telas, começando pelo celularAprovação ou ajustesProtótipo navegável ou telas
5. DesenvolvimentoTransformar o layout em site funcionandoAcesso ao domínio, se já tiver umSite em endereço de teste
6. TestesCelular, velocidade, formulários, acessibilidadeRevisão finalRelatório do que foi medido
7. Publicação e mediçãoColocar no ar e instalar a mediçãoAprovação para publicarSite no ar e orientação de uso

1. Diagnóstico: o que o site precisa fazer

A primeira conversa define o objetivo, e ele muda tudo o que vem depois. Um site que precisa gerar pedido de orçamento tem outra estrutura de um que precisa vender direto ou apoiar uma equipe comercial.

O próprio Google, na página Você precisa de um SEO?, descreve o que um bom profissional pergunta: o que torna a sua empresa única, quem são os concorrentes e como os seus clientes encontram você (Confirmado). Se o fornecedor não fez nenhuma dessas perguntas antes de mandar o orçamento, ele está orçando um tema, não um projeto.

2. Pesquisa de palavras e arquitetura das páginas

Aqui se decide quais páginas o site terá. O guia de SEO para iniciantes do Google orienta a pensar nas palavras que as pessoas podem pesquisar para encontrar o seu conteúdo e a incluir no endereço da página palavras que sejam úteis para quem lê (Confirmado).

Na prática, se muita gente procura pelo serviço A e quase ninguém pelo B, o serviço A merece página própria. O resultado da etapa é um mapa simples: lista de páginas, o que cada uma responde e qual ação pede.

3. Conteúdo

É a etapa que mais atrasa projetos, e quase sempre pelo mesmo motivo: o texto fica para o fim. Leitura nossa: o conteúdo deve vir antes do layout, porque é ele que define o tamanho de cada seção.

O guia do Google também recomenda usar imagens nítidas, posicionadas perto do texto relevante, e escrever um texto alternativo curto e descritivo para cada imagem (Confirmado). Foto real da empresa, da equipe e do trabalho entregue ajuda mais do que banco de imagem genérico.

4. Layout, começando pelo celular

O Google usa a versão para dispositivos móveis do conteúdo, rastreada com o agente de smartphones, para indexar e classificar as páginas, o que ele chama de indexação que prioriza dispositivos móveis (Confirmado). Por isso o desenho deve partir da tela pequena. Um layout aprovado só no monitor costuma esconder problema no celular.

5. Desenvolvimento

É quando o layout vira código e painel de edição. A escolha da plataforma pesa aqui. O WordPress aparece em 40,2% de todos os sites e em 58,7% dos sites cujo gerenciador de conteúdo é conhecido, segundo o levantamento da W3Techs consultado em setembro de 2026 (Observado). Isso significa mercado grande de profissionais e facilidade para trocar de fornecedor sem refazer o site.

Para rodar bem, a página de requisitos do WordPress recomenda hospedagem com PHP 8.3 ou superior, MySQL 8.0 ou MariaDB 10.11 ou superior e suporte a HTTPS (Confirmado, conferido em setembro de 2026).

6. Testes: celular, velocidade e acessibilidade

Três testes não podem faltar.

Velocidade medida com número. As Core Web Vitals definem o que o Google considera boa experiência: carregamento do maior elemento (LCP) em até 2,5 segundos, resposta a interação (INP) de até 200 milissegundos e estabilidade visual (CLS) de até 0,1, conforme o web.dev (Confirmado). O efeito de cada segundo a mais em contato e venda está em velocidade do site e conversão.

Acessibilidade. Não é só boa prática. O artigo 63 da Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) diz que é obrigatória a acessibilidade nos sites mantidos por empresas com sede ou representação comercial no país, conforme as melhores práticas e diretrizes adotadas internacionalmente (Confirmado). Na prática: contraste legível, texto alternativo nas imagens, formulário que funciona pelo teclado e títulos em ordem.

Formulários e botões. Envie um contato de teste de cada formulário e clique em cada botão de WhatsApp, no celular, antes de publicar.

7. Publicação e medição

O site vai para o domínio definitivo e a medição é instalada. O Google encontra a maioria das páginas sozinho, pelos links, e o envio de um sitemap é opcional, segundo o guia de SEO (Confirmado). O que vale configurar é o Google Search Console, serviço gratuito que mostra se o Google consegue encontrar e rastrear o site, quais buscas exibem as suas páginas e quando há problema de indexação (Confirmado).

Sobre resultado em busca, o mesmo guia é direto: algumas mudanças aparecem em horas, outras levam meses, e o recomendado é esperar algumas semanas para avaliar o efeito (Confirmado). Desconfie de quem promete primeira página no lançamento.

Quanto tempo leva a criação de um site?

As faixas que usamos como referência estão no nosso pilar de preços:

Tipo de projetoPrazo de referênciaFaixa de preço de referência
Landing page1 a 2 semanasR$ 1.500 a R$ 4.000
Site institucional com SEO3 a 6 semanasR$ 4.500 a R$ 9.000
E-commerce pequeno6 a 12 semanasR$ 5.000 a R$ 12.000

São faixas do nosso levantamento e da nossa prática, não tabela oficial: não existe órgão que publique preço ou prazo de site no Brasil.

O que mais atrasa, pela nossa experiência (Leitura nossa): conteúdo que não chega, aprovação que depende de várias pessoas e acesso ao domínio que ninguém sabe onde está. Prazo muito abaixo dessas faixas costuma significar tema com texto trocado.

O que você precisa entregar para começar?

Um checklist para ter em mãos antes da primeira reunião:

  • Acesso ao domínio. Domínio .br é registrado para pessoa física (CPF) ou jurídica (CNPJ) com cadastro regular no Brasil, segundo as regras do Registro.br. O registro por um ano custa R$ 40,00 na tabela de preços do Registro.br (Confirmado, conferido em setembro de 2026). Se o domínio foi registrado por um antigo fornecedor, resolva a titularidade antes de começar.
  • Logo em arquivo de boa qualidade e, se existir, o manual de marca.
  • Fotos reais: fachada, equipe, produto, serviço sendo feito.
  • Lista de serviços ou produtos, com o que você mais quer vender em primeiro lugar.
  • Diferenciais e provas: certificações, anos de mercado, números que você pode comprovar, depoimentos com autorização de quem falou.
  • Dados de contato: endereço, horário, WhatsApp, e-mail.
  • Três concorrentes que você respeita e o que eles fazem bem.

O que deve estar com você no fim do projeto?

Nem tudo precisa estar no seu nome, mas tudo precisa estar claro e por escrito. No fim, confira:

ItemPor que importa
Domínio com titular, renovação e transferência combinados por escritoÉ o endereço que clientes e Google conhecem; sem esse acordo, trocar de fornecedor vira negociação
Como funciona a hospedagemEm hospedagem gerenciada ou compartilhada é comum o cliente não ter acesso ao servidor; saiba como é o backup e como você leva o site se trocar de fornecedor
Acesso para editar o conteúdo, e em que nívelPara mudar texto, foto e preço sem depender de ninguém
Propriedade no Search Console no seu e-mailO histórico de buscas fica com a empresa
Medição de conversão instaladaSem ela você não sabe se o site gera contato
Lista de licenças pagas, se houverPara saber o que precisa renovar e quanto custa

Esse último item costuma ser o mais esquecido (Leitura nossa): construtor visual, tema premium e plugins pagos costumam ser vendidos como licença anual, e no segundo ano a conta chega para o cliente.

Como avaliar quem vai fazer o seu site?

A página do Google sobre contratar um profissional de SEO traz perguntas que servem igualmente para quem cria o site (Confirmado):

  • Pode me mostrar exemplos de trabalhos anteriores?
  • Que tipo de resultado você espera e em quanto tempo? Como mede o sucesso?
  • Qual a sua experiência no meu setor e na minha cidade?
  • Como vai ser a comunicação sobre as mudanças no site?

O mesmo texto avisa que ninguém pode garantir a primeira posição no Google e que se deve desconfiar de quem promete isso ou diz ter “relacionamento privilegiado” com o Google (Confirmado).

Acrescentamos três perguntas nossas (Leitura nossa): qual nota de velocidade os sites que você entregou têm hoje, medida no PageSpeed; vou depender de alguma licença paga para o site continuar funcionando; e em nome de quem ficam domínio, hospedagem e Search Console.

Para quem vale contratar a criação de um site, e para quem não vale?

O critério: o site precisa gerar contato ou venda?

Vale contratar se você investe ou vai investir em anúncio, se o cliente pesquisa o seu serviço no Google antes de comprar, ou se você precisa mostrar trabalho e prova para vender um serviço de valor alto. Nesses casos, cada etapa acima tem retorno.

Não vale contratar agora se o negócio ainda está validando a oferta, se toda a venda vem de indicação e o site seria só um cartão de visita, ou se não há ninguém para responder os contatos que chegarem. Um perfil bem preenchido no Google e uma página simples resolvem enquanto isso, e o projeto completo entra quando houver o que medir.

Como a Cordilheira faz

Na nossa operação, entregamos sites em WordPress sem construtor visual e sem pilha de plugins, com nota de performance acima de 90 no PageSpeed. A escolha tem consequência comercial: página mais leve e nenhuma licença obrigatória para manter o site no ar. O domínio pode ser registrado pelo cliente ou por nós; quando registramos, em muitos casos ele fica no nome da Cordilheira. Quando a hospedagem fica com a gente, o site roda num ambiente compartilhado entre os clientes, e o cliente não recebe acesso à hospedagem. O escopo de cada etapa vem por escrito na proposta. Os detalhes do serviço estão em Criação de Sites e E-commerces.

Perguntas frequentes

Quais são as etapas da criação de sites?

Sete: diagnóstico do negócio, pesquisa de palavras e arquitetura das páginas, conteúdo, layout começando pelo celular, desenvolvimento, testes de velocidade, formulários e acessibilidade, e publicação com medição instalada. O visual é só uma delas.

Quanto tempo leva para fazer um site?

Como referência, landing page leva de uma a duas semanas, site institucional com SEO de três a seis semanas e e-commerce pequeno de seis a doze semanas. O que mais atrasa é conteúdo que não chega e aprovação que depende de muitas pessoas.

O que preciso entregar para a empresa que vai criar meu site?

Acesso ao domínio, logo em boa qualidade, fotos reais, lista de serviços ou produtos, diferenciais e provas que você pode comprovar, dados de contato e alguns concorrentes de referência.

O domínio deve ficar no nome de quem?

Não há resposta única: você pode registrar direto ou deixar o fornecedor registrar por você, no nome dele ou no seu. Domínio .br é registrado em nome de um titular, pessoa física com CPF ou jurídica com CNPJ. O importante é combinar por escrito em nome de quem ele fica, quem paga a renovação e como é a transferência se você trocar de fornecedor.

Site novo aparece no Google na hora?

Não há prazo garantido. O Google encontra a maioria das páginas pelos links, e a própria documentação diz que algumas mudanças aparecem em horas e outras levam meses. Ninguém pode garantir a primeira posição.

Site de empresa precisa ser acessível?

Sim. A Lei Brasileira de Inclusão, no artigo 63, torna obrigatória a acessibilidade nos sites mantidos por empresas com sede ou representação comercial no Brasil, conforme as diretrizes adotadas internacionalmente.

Quer saber como seria o projeto do seu site?

Mandamos o escopo por escrito, etapa por etapa, com prazo, o que precisamos de você e o que fica no seu nome no fim. Você compara com qualquer outra proposta linha por linha.

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1 de outubro de 2026
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